..:*: Original Layout by Antares Zackie VII :*:..

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..:*: Capítulo 1 :*:..
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Uma imagem na chuva; um golpe na alma :*:..
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       Segunda-feira, Janeiro 23, 2006

[Zelesthiana Thawrin]

Como Harmonie não se opôs a nenhuma sugestão de "passeio", Zelesthiana explora um pouco a área, evitando os recintos obviamente proibidos e tentando conhecer o máximo possível o templo que as acolheu.

:: Queen Quistis :: 11:05 PM:: :: 0 comments ::


       Domingo, Janeiro 22, 2006

[Thomas Von Lorrak]

Hector estava calmo. Não sabia bem o que aconteceria e não tinha coragem de olhar para o capitão. Não depois daquele sorriso que, para ele, significava apenas o desejo por sangue. Como conseguira ser tão ingênuo? Agora buscava palavras na cesta de pão, como se, milagrosamente, ela pudesse aplacar a ira do irmão de Kaylanië.

O fato é que não podia fazer coisa alguma. Era fato claro que aqueles pães não iriam, misticamente, sussurrar palavras condizentes com a situação. E toda a sua desenvoltura não servia de nada agora. Ao menos, não até surgir uma brecha pela qual ele pudesse entrar na conversa dos dois homens. Ficava óbvio, mais uma vez, que ele era apenas um garoto sentado na mesa dos adultos. Ainda que um cavaleiro treinado pela melhor companhia da Cidadela Dourada, ainda que descendente de uma família nobre e berço de nobres guerreiros, Thomas era apenas um rapaz.

Teve coragem, finalmente de levantar os olhos para observar a reação que as palavras de Hector causariam em Aedel. Eram velhos amigos e aquilo se tornava claro. Talvez pudesse fazer-lhes perguntas quando a oportunidade surgisse. Isso talvez fizesse desaparecer o clima tenso que pairava ao redor dele.

:: Guilherme "Blues" Barros :: 5:00 PM:: :: 1 comments ::


       Sexta-feira, Janeiro 20, 2006

[Ahnjelika Lorieenna]

Jay se sente excluída da situação e apenas aguarda novas instruções mais de longe, olhando atentamente o ritual.

:: Ahnjelika Lorieenna :: 5:57 PM:: :: 0 comments ::


       Quinta-feira, Janeiro 12, 2006

[Galdan e Kzavier]

Kzavier estava deitado de lado, aparentemente dormindo, na cama. Não havia sequer tirado as botas de viagem e a mochila encontrava-se jogada no chão. Um dos braços estava cobrindo seus olhos.

Galdan entra no aposento, e deixa a bandeja e a trouxa com as roupas na estante. Então se dirige a Kzavier, e o empurra devagar para acordá-lo, ou pelo menos alertá-lo.
- Levante-se, Kzavier. Trouxe algo para comer

Ele se vira um pouco, tirando o braço de cima dos olhos e fitando o teto. Parecia realmente abatido, como nunca Galdan tinha visto ele.

- ... eu não estou exatamente com fome, Galdan ...

Galdan se senta na outra cama do aposento, mantendo a expressão séria, visivelmente preocupado com a situação de Kzavier.

- Eu entendo. Também não sinto muita fome com os últimos acontecimentos atormentando a minha cabeça, meu amigo. Porém acabamos de chegar de viagem, e estamos enfrentando uma situação difícil para ficarmos sem nos alimentar.

Kzavier coloca as mãos atrás da nuca. Silenciosamente, aguarda que Galdan termine de falar. Após uns 5 segundos, ele suspira baixinho.

- Sabe, eu tenho mais tios do que uma pessoa normal tem de dedos, e cada um deles deve ter em média cinco filhos. Da última vez que foi contado. Jamael era o nosso primo mais velho e preferido de todos... - ele passa a mão nos cabelos, tirando a franja do rosto - ... eu daria a minha vida no lugar da dele. Faria qualquer coisa para que ele pudesse viver de novo entre nós... mas...

Galdan dá um sorriso quase imperceptível ao ouvir as palavras de Kzavier. Apesar daquela situação triste até para o paladino, o desejo de sacrificar a própria vida pela vida do primo mostrava que Kzavier era um homem de alma boa. Isso mostrava a Galdan que seus julgamentos anteriores pelo seu amigo de viagem estavam certos

- Sabe, no passado eu quase perdi a vida para salvar pessoas que eu nem mesmo conhecia. Você conhece essa história, eu já havia contado para você numa dessas estalagens que nos hospedamos no caminho até aqui. - pegando um pedaço de queijo - Porém nunca é possível salvar todos que queremos. Às vezes não temos sequer a chance de tentar. É duro encarar a morte de alguém querido sem poder fazer nada. Porém podemos fazer algo pela alma de seu primo.

- Sim... mas... - ele meneia a cabeça - sei que existem meios sacrificados para isso. Eu estava pensando nisso agora... Já ouvi dizer que clérigos muito poderosos podem trazer pessoas de volta à vida mesmo que não tenha sobrado nenhum resto mortal. Contudo, para voltar para a vida, ela passa pelo mesmo sofrimento que passou quando foi para a morte... - ele vira a cabeça para Galdan. - Eu não sei se isso é justo, ou mesmo certo... ainda mais quando são pessoas que vão ser recompensadas pelos seus deuses.

Galdan mastiga o pão com queijo enquanto Kzavier fala, deixando depois parte do pão de lado na bandeja. Após ouvir atentamente as palavras do amigo, nega com a cabeça algo que ele havia dito.

- Não falo sobre ressurreição, Kzavier. Eu concordo com você que trazer alguém de volta à vida não é muito correto, afinal a alma de seu primo deveria descansar agora, e não sofrer ainda mais. Mas o que eu quero dizer, é que devemos descobrir quem ou o que causou a sua morte. Dessa forma estaremos retribuindo a ele o que ele foi em vida e o que fez pelas pessoas à sua volta.

Então Galdan se levanta, com uma expressão um pouco melhor no rosto, e estende a bandeja para Kzavier, oferecendo a ele o pão e o queijo.

- Tenho certeza que concorda comigo que a alma de seu primo merece esse favor!

Kzavier faz que sim com a cabeça. Ele se apóia nos cotovelos, e depois se senta sobre a cama, antes de pegar o pão e o queijo. Ele dá uma mordida. De fato, os pães e os queijos do Principado do Mel eram diferentes dos do Chocolate, melhores até.

- Coma bem, e depois troque suas roupas. Gabriella trouxe algumas, e eu as deixei na estante. Vou buscar um pouco de água no pátio. - Galdan pega a jarra que estava em cima da mesa e sai do aposento.

Kzavier faz que sim com a cabeça logo antes de Galdan sair.

Do lado de fora do quarto, as coisas estavam do mesmo jeito. O poço quadrado tinha água cristalina, e ao olhar para o centro novamente, novamente a sensação desagradável toma conta.

Galdan vai até um dos pilares, ainda atento ao chafariz destruído. Enquanto pega água do pilar com a jarra, observa em volta do pátio à procura de qualquer outra evidência ou marca suspeita.

( Spot check )

Galdan rolou 1d20 = 19 = 19 + (2) = 21

No resto, nada de suspeito. Pelo menos, Galdan não consegue prestar muita atenção no resto enquanto o chafariz está lá, no meio, desconfortável. Novamente, o paladino tem a impressão de letras se formando em uma das pedras, pelas manchas de sangue, logo se desfazendo. Ele não as identifica, mas consegue ver que são as mesmas que apareceram para ele antes.

Neste instante, num sopro de vento, Kzavier passa quase voando ao lado de Galdan, na direção do chafariz. Ele se abaixa logo à frente das letras.

Kzavier rolou 1d20 = 19 = 19 + (6 ) = 25

Galdan termina de encher a jarra e se aproxima rapidamente de Kzavier. Provavelmente havia encontrado os mesmos padrões que há pouco o espantaram.

- Encontrou algo suspeito, Kzavier?

Ele mexe os lábios como se estivesse lendo alguma coisa e meneia a cabeça. Depois, olha para Galdan, o semblante confuso.

- Sumiu... mas que raios é isso... você viu? Era élfico, eu acho... Hën....Hendearoviel?

- Élfico... eu tinha visto essas inscrições também, porém eu não entendo a linguagem élfica e não pude traduzir. Sabia que havia algo de sinistro nesses padrões que o sangue forma ao redor do chafariz. - colocando a palma de sua mão no peito e fazendo uma expressão de desconforto - O que significa essa palavra, Hendearov... - Galdan tenta pronunciar a palavra, porém não consegue terminá-la.

Ele meneia a cabeça novamente.

-Hendearoviel... eu não sei. Talvez seja algum tipo de sobrenome ou mesmo nome... mas eu realmente não sei. Nunca vi ou escutei essa palavra antes.

No mesmo local, se forma outra palavra, desta vez uma que ambos entendem: "Nightfall"

Galdan começa a andar em volta do chafariz, ainda com a mão sobre o peito, sentindo um desconforto muito grande, que de certa forma até o desconcentra a falar. Quando vê outra palavra se formando, olha espantado e se volta para Kzavier.

- Hendearoviel.... Nightfall? Será algo como um nome e um sobrenome?

- Isso está ficando cada vez mais estranho... - Kzavier se levanta e dá tapinhas nos joelhos para tirar o pó. - Estranho demais... Galdan, você está bem?

Kzavier coloca a mão sobre o ombro do amigo, olhando-o preocupado.

- Aquela sensação ruim que eu sentia quando chegamos aqui no templo. - a voz de Galdan sai levemente trêmula. - Perto desse chafariz ela fica mais forte. De alguma forma, o que aconteceu aqui está me afetando. Mas não se preocupe, meu amigo, eu ficarei bem.

Ao dizer isso, coloca a mão no ombro de Kzavier e sorri em agradecimento.

- Na verdade tenho algo a lhe dizer. Haverá uma audiência com os sacerdotes do templo mais tarde. Devemos nos arrumar e comparecer, assim ficaremos a par do que está acontecendo.
Lá teremos a oportunidade de contar a eles o que descobrimos aqui no chafariz.

- Sim.. bem, mais importante agora... eu quero sair daqui, essa parte do jardim está macabra demais para o meu gosto... - sorri e começa a andar na direção do quarto.

Galdan também se retira do pátio, e vai até o aposento. Chegando lá ele deixa a jarra com água em cima da mesa, e pega as roupas que a sacerdotisa havia deixado com ele. Troca suas roupas pela vestimenta branca que caracterizava as pessoas do templo. Depois embainha sua espada nas costas e a cobre com sua capa negra, e à cabeça com o capuz. No pescoço, pendura a corrente com seu símbolo sagrado.

Kzavier também se arruma, colocando apenas as roupas deixadas pela clériga... e o cinturão de adagas por baixo. Continua com suas próprias botas negras de botões prateados.

:: *Biteron* :: 12:33 AM:: :: 0 comments ::



[Galdan Taster]


Enquanto examina o pilar retangular, Galdan espera a clériga se retirar do pátio. Quando ela o faz, se aproxima daquilo que um dia foi o chafariz central, se ajoelha e examina com cuidado os destroços. Enquanto procura por vestígios, Galdan se pergunta o que teria causado tanto estrago no templo, e por qual motivo. Talvez tivesse essas respostas na audiência que viria mais tarde.

(Search check)

Galdan rolou 1d20 = 20 = 20 + (1) = 21

Quando se aproxima, Galdan se sente desconfortável, mais uma vez. Como se tivesse um peso sobre seu coração, apertando-o. Água corre por entre as pedras, e não parece ter nada de muito diferente naqueles destroços. Algumas manchas desagradáveis de sangue seco... repentinamente, Galdan capta com o canto dos olhos alguns padrões estranhos formados pelo sangue. Letras ... mas logo uma corrente fina da água passa sobre elas, borrando-as.

Ao encontrar os estranhos padrões formados pelo sangue, agora borrados, o paladino se assusta e levanta de repente. Seu desconforto agora tinha motivos evidentes. Apesar do sentimento ruim que sentia, se aproxima dos símbolos novamente e tenta entendê-los, sem sucesso. Então contempla o sangue que corre junto às águas da fonte e sente um pesar ainda maior, se lembrando das batalhas de anos atrás. As memórias voltam a assombrar a sua mente, e por alguns instantes ele se distrai em pensamentos. Ao ouvir os passos da clériga se aproximando, retoma sua consciência e se levanta para recebê-la.

Com uma expressão mais séria e quase triste, faz uma leve reverência com a cabeça, enquanto pega a bandeja e as trouxas.

- Obrigado pela sua gentileza e hospitalidade, senhorita Gabriella. Estaremos prontos em breve

Então se aproxima da porta de seu aposento, e bate levemente.

- Posso entrar, Kzavier?

Galdan não escuta quaisquer ruídos de dentro do quarto. Galdan bate mais uma vez na porta, dessa vez forte, enquanto ajeita a bandeja e a trouxa em seus braços para poder abrir a porta. Novamente, não há resposta. Mas a porta se encontra destrancada, e Galdan não tem dificuldades para abri-la.

:: *Biteron* :: 12:20 AM:: :: 0 comments ::


       Domingo, Janeiro 08, 2006

[Kaylanië "Kay" Hendearoviel]

- Uhm... sim, pai.

Kay olhou novamente para o unicórnio de madeira entalhado no centro da sala. Sentiu-se um pouco nervoso, afinal, a última vez que fizera aquilo não tinha sido muito agradável. Respirou fundo. Os olhos dourados analisaram os detalhes do unicórnio, as folhas que adornavam a circunferência, enfim, tudo.

Fechou os olhos brevemente.

Pisou sobre a borda, primeiramente. Passo a passo, foi avançando para o centro.

:: Ziegfried :: 8:46 AM:: :: 0 comments ::


[Hector Sighard]

O guardião olhou para Aedel, e depois para Thommas, que estava desconfortável. Há anos, essa cena na sua mente seria algo improvável. Teve vontade de rir, mas, como sempre, isso não se mostrou no seu rosto. Não que tivesse realmente segurado seu riso - não mostrar sentimentos era quase totalmente involuntário. Com calma, Hector desvirou três copos translúcidos do meio da mesa, preencheu-os com o líquido da jarra e colocou um na frente de cada. Enquanto o fazia, falou casualmente, na língua que aprendera das criaturas da floresta, desejando mentalmente que Thommas não tivesse a mínima noção e que Aedel - sendo, teoricamente, da raça das criaturas da floresta - entendesse.

- Implicância infantil, nada que o seu irmão não possa dar conta sozinho, sem você fazer terrorismo.

Bebeu um gole. E voltou a falar em língua comum.

- Então, capitão... achava que uma garra gigante no pulmão fosse te derrubar por mais horas.

Girou o anel no dedo. Estava falando demais naquele dia para o seu gosto.

:: Dude :: 3:14 AM:: :: 0 comments ::


       Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

Buenas e me espalho! Feliz Natal às pessoas felizes que visitam o Principado do Mel e seus jogadores. Feliz ano novo também. Devido à pressão constante (especificamente, de dois jogadores - Dani e Bita i.i') eu recomeço o trabalho desse belíssimo ano de 2006 que já começou feliz tendo um terremoto no Paraná. E teoricamente Brasil não é território de terremotos. i.i'

Bem, avante!

Na Cidade de Windanthantarië
Dia 12 do primeiro mês do verão do ano 1005 da Dinastia Lilidriel - Meio da tarde.
Thommas e Hector

Em silêncio - obviamente desconfortável para Thommas, Aedel caminhou lentamente ao redor da mesa até uma cadeira vazia entre os dois e sentou-se. Thom, que havia baixado um pouco a cabeça, não percebeu o leve sorriso no rosto de Aedel. Já Hector não sabia se o sorriso era irônico, divertido, ou um aqueles daqueles sorrisos que escondiam uma sede quase descontrolada por sangue. O capitão podia ser terrível, sabia.

O capitão, então, pegou um dos pães da cesta e partiu um pedaço com os dedos. O sorriso ainda era o mesmo.

- E então, pararam o assunto de repente?

Comeu um pedaço do pão. Alternadamente, olhava Thom e Hector.

Kay e Jay

- A grosso modo é isso mesmo, Jay - responde Eyrenes - agora, fique um pouco para trás, ali.

Ela indica um local perto da porta que utilizaram para entrar.

- Vá para lá, sim...? - Então vira-se para o Lorde Astrophelus, fazendo uma breve reverência inclinando o corpo para frente. - Creio que tempo seja algo que não possamos perder, nesse estado.

- Está certa, Eyrenes. Kaylanië... - o Lorde coloca a mão no ombro do filho - entre no círculo de madeira. Pode ser um pouco desagradável, mas aguente firme. Isso precisa ser feito.

Ainda no templo de Ciara
Dia 15 do primeiro mês do verão do ano 1005 da Dinastia Lilidriel - Meio da tarde.
Galdan

Gabriella faz que sim com a cabeça.

- Entendo. Qualquer coisa, o senhor mesmo repassa as informações pertinentes à Kzavier. Se ele não puder comparecer, não será problema algum. Já trarei a comida, aguardem um instante. Também trarei roupas para que possam ficar mais confortáveis. Quanto à água... - diz ela, indicando um pilar retangular em um dos cantos do jardim. Galdan repara que há um em cada uma das bordas - Há jarras e vasilhas dentro do quarto específicas para isso em cima da mesa. Volto num instante.

Ela acena com a cabeça novamente, e se afasta. O pilar retangular do canto tem cerca de um metro de altura, e é coberto com uma tampa feita de madeira. Ao descobrí-la, o paladino vê que há água dentro.

Em 10 minutos, a clériga retorna com uma bandeja com duas grandes tigelas cobertas, pães d'água e um quarto de queijo. No braço, uma trouxa, provavelmente embrulhando roupas para os dois. Entregando para Galdan, fala:

- Se fosse antigamente, vocês poderiam simplesmente pegar água do chafariz central. Mas agora... - ela suspira e meneia a cabeça - bem, deixe estar. Descanse. Mais tarde eu chamarei vocês.

Ela acena com a cabeça e se afasta.

(essa parte merece um msn online play, mr. Bita. Lembre-me xD)

Harmonie e Zenninna
(Onde vcs querem ir afinal? Decidam-se vcs duas e depois me digam, daí eu posto a açao de vocês aqui)

:: Windmaster A. Zack :: 9:33 AM:: :: 0 comments ::


       Terça-feira, Dezembro 27, 2005

[Zelesthiana Thawrin]

- Bom, acho que podemos dar um passeio para conhecer aqui por perto antes da hora da reuniao. - Zennina revela para sua companheira de quarto, agora mais aliviada pela expresssao mais leve no rosto de sua ouvinte.

Zennina tem a iniciativa de conhecer primeiro os limites do estabelecimento e depois apenas o interior. Se Harmonie discordar do rumo, Zelesthiana nao farah oposicao.

Pessoal, desculpem pela falta de "assentos". O teclado estah desconfigurado.

:: Queen Quistis :: 12:15 AM:: :: 0 comments ::


       Segunda-feira, Dezembro 26, 2005

[Harmonie Celes]

Harmonie estranhava ter roupas novas a sua frente. Mas parte de si gostava muito do "agrado". Sem se incomodar com a companhia presente, Se despe por completo ali mesmo, trocando as roupas e checando o corpo, vendo se esqueceu de alguma ferida ou algo assim.

Logo terminava por se vestir e olhar a companheira próxima. Já alimentada e mais tranquila, parecia expor um semblante um pouco mais dócil e agradável.

-Bem.... e agora?!

:: Dreamer :: 5:02 PM:: :: 0 comments ::


       Segunda-feira, Dezembro 19, 2005

[Hector Sighard]

A surpresa fez ele colocar a mão sobre o lugar onde estaria o cabo da sua espada... se esta não estivesse colocada em outro local longe de si. Xingou Aedel mentalmente. Ele tinha essa mania de assustar os outros... e adorar isso. Cruzou os braços, e olhou para o elfo. Thommas foi flagrado bem na hora que ameaçava o irmão preferido daquele elfo - lorde elfo naquelas terras. Logo o irmão preferido. Não que Hector achasse que o rapaz pudesse ser executado só pelas suas palavras inconseqüentes... mas... bem, aquilo não aconteceria. Pensou naquilo como um reforço para algum tipo de lição de humildade para o jovem Thom.

De qualquer forma, quase sorriu. Deixava-o contente vê-lo de pé mesmo tendo sofrido todos aqueles ferimentos: o capitão era resistente. Também, ver Thom constrangido era tão raro que chegava a ser engraçado.

:: Dude :: 2:17 AM:: :: 1 comments ::


       Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

[Galdan Taster]

Ao ouvir o ruído, se volta para Gabriella com a sobrancelha direita levantada em sinal de estranheza, e com a testa levemente franzida. Mas logo adota um leve sorriso, fingindo que nada aconteceu. Ouve atentamente as palavras da sacerdotiza.

- Eu irei comparecer à audiência, senhorita Gabriella - começa a falar baixo perto do rosto da clériga - porém não garanto a presença de Kzavier. Ele precisa descansar, e também refletir sobre tudo isso. Não acho que ele está em estado apropriado para essa audiência, porém eu tentarei fazer com que ele compareça.

Ao dizer isso, retoma o tom de voz normal, e a sua postura.

- A senhorita que nos trouxe aqui à pouco disse que nos seria servida uma refeição. Se não for abusar muito de sua boa vontade e hospitalidade, senhorita Gabriella, eu apreciaria também um pouco de água. - sorri - Ainda não me acostumei ao clima desse principado, e sinto certa necessidade de me refrescar e saciar a minha sede. Acho que falo também pelo meu amigo Kzavier.

A situação o deixara meio constrangido. A clériga o havia pego de surpresa, e o leve sorriso de constrangimento o denunciava. Apesar disso, tenta manter a postura e continua a olhar nos olhos de Gabriella, como esperando por algo, talvez uma resposta.

:: *Biteron* :: 11:30 PM:: :: 0 comments ::


[Ahnjelika Lorieenna]

Quando lhe é indagada a respeito do que se tratava esse encontro, Jay fica totalmente desconcertada, e tenta responder alguma coisa plausível:

- Acho que desconfiam que o minino tem sangue frio de lagarto gigante... acho que querem que a mestra prove a eles se sim ou não... - depois de pensar por trinta segundos, a pequena volta com a pergunta mais cômoda - ...mas não é a senhora que é a mestra?

:: Ahnjelika Lorieenna :: 1:49 AM:: :: 0 comments ::


       Domingo, Dezembro 11, 2005

[Thomas Von Lorrak]

Certo, aquilo era, no mínimo, estranho e incômodo. Levou um grande susto, quase pulando da cadeira, voltando o rosto para o capitão. Sentiu que a face corava e isso não era algo comum para o jovem Lorrak. Era um "sem vergonha", sempre gostando de chamar atenção e deixar os outros em situações constrangedoras. Contudo, era ele quem estava constrangido naquele momento.

- Kaylanië... Sim, compreendo... ahn... Capitão...

Buscou os olhos de Hector, como uma forma de pedir socorro. Não sabia o que esperar, após falar aquilo diante do irmão do jovem elfo. Não sabia realmente o que esperar, afinal, não contava com a possibilidade de ser ouvido. Baixou levemente o rosto, rezando em silêncio, esperando que o amigo o salvasse daquela situação desconfortável. Esperava, mas não tinha muita esperança. Não era do feitio de Hector, era só uma possibilidade.

:: Guilherme "Blues" Barros :: 9:17 PM:: :: 0 comments ::


       Sexta-feira, Dezembro 09, 2005

[Zelesthiana Thawrin]

Vendo suas vestimentas remendadas, Zennina pensa em se trocar de volta. Pega sua túnica alva em suas mãos e deixa o tecido macio se esticar até o chão. Simples. Bastante simples. Tão simples que até parecia o pijama que vestia. Mas era essa a intenção.

Foi para um canto mais escondido do quarto e se despiu completamente. Em geral dispensava o uso de indumentária íntima, e apesar da outra pessoa ser uma moça, não se sentia à vontade para se trocar na frente desta, muito embora suas vestimentas ficaram um tanto quanto transparentes quando foi apanhada pelo temporal.

Agradecia mentalmente pelo pijama quando a dobrava. Já com a sua própria roupa, pensou que nem precisava ter se trocado, visto que eram praticamente iguais. Riu de seu próprio pensamento. Roupas. Até parece que se importava com coisas materiais.

Esperou que sua colega de quarto se aprontasse e em seguida reforçou seu convite para conhecer o templo até a hora da tal reunião. Embora não esperasse recusa, Zennina não se ofenderia se a espadachim o fizesse,

:: Queen Quistis :: 1:27 AM:: :: 0 comments ::


       Quinta-feira, Dezembro 08, 2005

Ainda no templo de Ciara
Dia 15 do primeiro mês do verão do ano 1005 da Dinastia Lilidriel - Meio da tarde.
Galdan
Quando o paladino põe os pés para fora do quarto e fecha a porta, ele escuta um baque do lado de dentro. Talvez Kzavier tenha batido em algo ou caído na cama, Galdan não tinha como saber. Durante todo o discurso Kzavier não tinha demonstrado qualquer expressão de tristeza, raiva ou revolta. Talvez estivesse fazendo aquilo naquele instante. De qualquer forma, não se ouvia voz ou suspiro.

Repentinamente, Gabriella, a moça que os recepcionara, já estava na sua frente de novo.

- Senhor Taster... Gostaria de lhe dizer que meus superiores farão uma audiência hoje, depois do pôr-do-sol, e como vocês vieram em nome de um dos Templos de Zephyroth do sul... creio que seja do interesse de vocês participarem. Eu virei buscá-los quando chegar a hora.. precisam de alguma coisa?

Zenninna e Harmonie
A sopa se acaba mais ou menos rapidamente, mas ela é o suficiente para satisfazer ambas. Com mais calma, podem peceber que seus equipamentos estão nos armários, com suas roupas devidamente consertadas, ou mesmo trocadas por peças similares. Já poderiam se livrar dos pijamas se assim o quisessem.

:: Windmaster A. Zack :: 12:29 AM:: :: 0 comments ::


       Quarta-feira, Dezembro 07, 2005

Na Cidade de Windanthantarië
Dia 12 do primeiro mês do verão do ano 1005 da Dinastia Lilidriel - Meio da tarde.
Thommas e Hector
O silêncio perdura por alguns instantes, com os dos amigos em silêncio. Nada mais além do vento novamente. Nem um nem outro percebem os passos leves e silenciosos. Quando Thommas percebe, é uma mão que pousa sobre o seu ombro.

- Aliás, o nome dele é Kaylanië.

Ao olhar para a origem da voz, Hector enxerga um jovem elfo de olhos verdes e cabelos negros, como os outros (exceto o irmão de Aedel). Ele usava uma túnica branca, também, com gola em V bastante aberta, de mangas largas, e uma calça do mesmo tecido. Na cintura, um cinturão de fios dourados e diversos cristais transparentes. O cabelo liso encontrava-se solto, e ia até a cintura, inteiro e impecável.

O elfo sorri, divertido. Por um momento, Hector não reconheceu Aedel. Sem as roupas extravagantes de corsário, era quase como se não fosse o Capitão.

Hector rolou 1d20 = 6 = 6 + (6) = 12 (Listen Check) *failure*
Thommas rolou 1d20 = 17 = 17 + (0) = 17 (Listen Check) *failure*

Kay e Jay
Eyrenes sorri, e dá um leve tapinha sobre a cabeça da menina.

- Sim, é a minha pupila. Ahnjelika Lorieenna é seu nome... creio que você lembre do Clã de Lorieen. Como minha discípula, eu achei que você não se importaria em...

O lorde meneia a cabeça, consentindo a presença da pequena. Então ele se vira para o filho, e diz.

- A reunião é por sua causa, meu filho... - ele fala em tom tranquilo, mas sério, como se tratasse de um motivo bastante severo. - Para determinar o sangue de dragão.

Eyrenes cutuca brevemente Jay, e pergunta-lhe, baixinho.

- Você está entendendo algo?

:: Windmaster A. Zack :: 11:08 PM:: :: 0 comments ::


       Segunda-feira, Dezembro 05, 2005

[Zelesthiana Thawrin]

Zennina retribui o cumprimento discretamente quando Gabriella se afasta. Vê que sua companheira foi atrás da sopa e logo se lembra de sua própria: "É mesmo, tenho que terminar o prato".

Zennina se junta à Harmonie enquanto esta se esbalda com o alimento oferecido, observando os modos dessa. "Que criatura rude e sem nenhum comportamento de boa impressão social. Se bem que, um prato de sopa na cama vestida de pijama não exige nenhuma maneira em especial. Seria até ridículo." - pensa enquanto perdoa sua colega de quarto atual.

Quando termina sua própria comida, convida-a para dar uma volta pelo local.

:: Queen Quistis :: 1:09 AM:: :: 0 comments ::


       Domingo, Dezembro 04, 2005

[Harmonie Celes]

Tão logo fora mencionado, Harmonie se lembra da sopa. Prontamente se dirigindo até a mesma.

- Seria uma terrivel falta de educação deixar uma refeição preparada por mãos sagradas esfriar....!

Mostrando maneiras rudes e pouco refinadas. Harmonie tome o prato de sopa em mãos, tomando a sopa da vasilha. E embora não mostre tratos de uma mulher bem educada, parece evitar fazer barulhos e toma a sopa devagar. Como se mostrando algum respeito pelo lugar em que está. Mas sem conseguir esconder a forte fome que lhe perseguia a dias.

:: Dreamer :: 11:13 PM:: :: 2 comments ::


       Sábado, Dezembro 03, 2005

[Thomas & Hector]

- Um combate na floresta...? Está certo, Hector... Apenas fiquei preocupado... Só isso...

Suspirou, pegando outro pão... Na verdade não comia, apenas o partia repetidas vezes... Olhou na direção do quarto, sentindo que a alegria de ter encontrado seu amigo desaparecera com todos aqueles problemas.

Hector olhou para Thom, pensando se estava sendo injusto de não contar tudo. Não sabia se deveria continuar falando ou poupá-lo dos detalhes. Da maneira usual, ficou quieto quanto ao assunto desagradável. Passou a mao pelos cabelos e olhou para a janela.

- Não gostaste do irmão do Aedel, pelo visto.

- De fato, não gostei... Nem um pouco... Arrogante demais para meu gosto... Para ser sincero, Hector... - Voltou a fitar o rosto do amigo, enquanto jogava um dos pedaços de pão para dentro da boca e mastigava... Era bom ter um pouco de tempo para medir as palavras, não que fizesse muito efeito em Thom - Se tiver a oportunidade e motivo, não hesitarei em ensinar àquele rapaz o que é humildade... Eu detestei os olhares que nos lançou quando o encontramos... Como se tivesse salvo nossas vidas... Como se fosse muito superior...

Ao ouvir isso, o Ranger quase sorri. Nada que fosse perceptivel no seu rosto, apenas no olhar. Uma tranquilidade, compreensão e - provavelmente - condencendência que pendia para a camaradagem. Sabia que devia ter sido ruim para o orgulho dele o fato de o único motivo pelo qual eles ainda estarem vivos ser o reconhecimento de Kay pelos soldados. Não que tivesse sido bom para ele mesmo mas já havia sofrido coisas similares - e muito piores - para se importar com aquilo.

- Thom, não se incomode por tão pouco e tente ver as coisas pelo angulo dele.

O jovem guerreiro não aceitava aquelas palavras... Encostou-se na cadeira, esboçando um sorriso irônico. Lançou o pão sobre a mesa. De forma alguma iria se contentar em ser rebaixado daquela forma. Era um Von Lorrak... Seu pai e irmão mais velho eram oficiais na Cidadela Dourada... Seus antepassados foram sempre cavaleiros leais e de confiança, campeões de reis e rainhas. Ele não seria menosprezado.

- Não pretendo ver as coisas pelo angulo dele, Hector... Especialmente porque o ponto de vista dele, quando eu acabar de ensinar-lhe bons modos, será próximo demais da terra para que eu compreenda...

- Você fala da arrogância dele, mas olhe para a sua.

Arrogante? O Lorrak não considerava estar sendo arrogante. Considerava-se no direito de exigir uma retratação, nem que fosse violento. Não seria olhado "de cima" por um elfo, apenas por ser um humano.

- Arrogância? Eu chamo isso de orgulho, meu amigo... Sou orgulhoso demais para um elfo, ou seja quem for, me menosprezar por ser um humano... Era esse o olhar que ele tinha, tenho certeza...

- Arrogância, orgulho, tanto faz. No fundo dá na mesma. Enquanto não tentar olhar as coisas pela visão dele e tentar compreendê-lo antes de tirar conclusões sobre seu caráter, estará sendo arrogante, Thom. Tão cheio de si que não consegue enchergar os outros.

Hector tinha certa razão. Tinha que ter, caso contrário não falaria tanto. Thom fechou os olhos e suspirou. Estaria ele mesmo cometendo os crimes pelos quais queria punir o elfo?

- Está certo, velho... Darei tempo ao elfo... Tempo o suficiente para compreender seu caráter... Mas caso eu esteja certo... - Não falou mais nada. Não precisaria.

Hector analisou seu amigo com o olhar. Pensou em dizer outras coisas, tais como a sua própria opinião sobre o jovem elfo e o seu comportamento. Sobre a sua experiência no tempo em que conviveu com Aedel - o suficiente para imaginar como seria a família de uma figura tão exótica quanto o capitão. Mas, como sempre fazia, simplesmente não respondeu. Apenas ficou em silêncio.

:: Guilherme "Blues" Barros :: 12:34 PM:: :: 0 comments ::



..::*::..
No sign of life did flicker
In floods of tears she cried
"All hope's lost
it can't be undone
They're wasted and gone"
= The profecy =
(Blindguardian - nightfall)

"Uma pequena grande aventura", que se passa no Principado do Mel, é uma campanha para Dungeons & Dragons Edição 3.5.

* Como ler *

De baixo pra cima, de preferência do começo, isto é, do post mais antigo. É só clicar na data mais de cima e ir lendo por mês, de baixo pra cima. Simples, fácil, né? =]

* Regras da Casa *
Sobre cores

Amarelo: os off da mestra queridinha do coração de vocês XD
Rosa: mestra falando coisas em relação às informações técnicas do jogo. Tipo, pontos de vida perdido, esse tipo de coisa.
Azul: os comentários off dos jogadores.
Verde: as informações técnicas dos jogadores. Tipo, magia usada, técnica empregada em combate, feat ativado...
Branco: buenas, é o in game, uai. Compreende narração, pensamento, descrição, fala...

Como escrever:

Regras gramaticais do português oficial: Travessão para fala, nenhum sinal para narração, que deve ser feita em terceira pessoa. Pensamentos entre aspas. Pontuação e acentos NÃO podem ser, em hipótese alguma, renegados. Se não tiverem certeza da grafia de uma palavra, usem o dicionário: foi para isso que ele foi feito, afinal. Corretores ortográficos - como os do Word, por exemplo - também são de grande valia.

Exemplo:
Eeric estremeceu ao reconhecer seu interlocutor. "Haniel... não, não pode ser...", pensou. Seus dedos delicados crisparam-se sobre o cajado, mas manteve o belo olhar prateado firme, e firme se manteve sua voz quando falou:
- O que você quer?

Analfabetismo será punido com corte de XP.

Quanto ao combate: funcionará em rodadas, bem como nos jogos de mesa. Os jogadores deverão escrever a ação de seus personagens de acordo com a iniciativa de combate estabelecida pela mestra.

Quanto à invocação de magias: me digam os nomes em inglês das magias que seus personagens vão utilizar. Nem sempre posso adivinhar quais feitiços que vocês usam, né? Os efeitos especiais do momento da invocação podem (e devem) ser descritos pelos jogadores.


O Principado do Mel

..:*: Prólogo :*:..
Sobre estrelas e flores
- Ahnjelika (Kan)
- Kaylanië (Ziegfried)
Um passo para e escuridão
- Ahnjelika (Kan)
Uma olhar no espelho
- Kaylanië (Ziegfried)
Ventos de um tempo esquecido

- Árathsol (Nodari)

..:*: Cap I :*:..
Uma imagem ne chuva; uma golpe na alma.
- Ahnjelika (Kan)
- Alden (Soul)
- Árathsol (Nodari)
- Harmonie (Dreamer)
- Hector (Dude)
- Kaylanië (Ziegfried)
- Thommas (Poet)

..:*: Cap II:*:..
Interlúdio.
- Ahnjelika (Kan)
- Harmonie (Dreamer)
- Hector (Dude)
- Kaylanië (Ziegfried)
- Thommas (Poet)
- Zenninna (Quistis)

..:* Grupo :*:..

_o/ Zackie \o_
Alguém que tem mais por fazer do que gostaria. Ou não.
Idade: 21 primaveras Função: Mestra
The Wind Shrine


\.~ Master KK ~./
O maioral.
Idade: 23 outonos
Função: Jogador
Personagem: Ahnjelika


~*: Ziegfried :*~
Apenas um sonhador.
Idade: 20 invernos
Função: Jogador
Personagem: Kaylanië


;: Dreamer :;
bizarro u.u
Idade: 18
Função: Jogador
Personagem:Harmonie
The sibilant corner



¡Daniel Dude!
2cute2bestr8
Idade: 24 verões
Função: Jogador
Personagem: Hector

Mas que merda



#{Blues Poet}#

Wanna-be-poet and music lover.
Idade: 18 Invernos
Função: Jogador
Personagem: Thommas



|*** Quistis ***|

QUEEN Quistis
Idade: 14 Primavera
Função: Jogadora
Personagem: Zelesthiana


Contato (Email)
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..::*:: The Wind Shrine ::*::..
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